Periodicidade de publicação de poemas

Caros leitores:
Espero que desfrutem na visita a este espaço literário. Este sítio virtual chama-se “Maria Mãe” e tem como página principal os poemas de Maria Helena Amaro.
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quarta-feira, 11 de maio de 2016

Habemus Papam


(Ilustração de Maria Helena Amaro)

Veio do Sul, de longe, muito longe,
de onde a luz do sol é diamantina,
alma jesuíta coração de monge,
Cardeal vivo da remota Argentina.

«Habemus Papam!» gritou o Vaticano.
Francisco Xavier ou Francisco de Assis?
O fumo branco, não, não era engano!
«Habemus Papam!» Que anúncio feliz!

«Buonasera» - afeição, simpatia,
como a todos quisesse dar «bom dia»,
num abraço de fé e de emoção.

«Rezai comigo» - Pai Nosso de alegria.
Mensagem rica de paz e de harmonia.
Papa Francisco, dai-nos a Vossa Mão!

Maria Helena Amaro
13 de março, 2013

  


sábado, 2 de fevereiro de 2013

Ano da Fé



(Ilustração de Maria Helena Amaro)


Deixem-me crer, acreditar em Deus, 
em Jesus nosso amigo, redentor,
que se entregou à Cruz por nosso Amor,
que é Senhor de mim, da terra e céus. 


Deixem-me crer que O tenho a meu lado,
nas horas mais cruéis e mais amargas,
que acho nas minhas, as suas santas chagas,
quando o meu corpo, em dores, é torturado. 


Quero ter Fé, quero ter confiança,
neste mundo sem Deus e sem esperança,
envolto em tragédia e desamor. 


Entrego-me a Deus com alma de criança,
confiante em dias de bonança.
Eu creio em Deus, meu Rei e meu Senhor! 



Maria Helena Amaro 
Inédito 
Braga, janeiro de 2013



terça-feira, 13 de dezembro de 2011

João Paulo II




Calçaste as sandálias de pescador
e foste pelo mundo
de braços estendidos
tão vestido de branco
a espalhar a Paz e a Amizade.

Imitaste Cristo
no gesto, na frase, na bondade
e por mais que o mundo de ti fale
nunca irá saber a obra que fizeste
em espírito de Deus e de Verdade.

Deixaste o teu sorriso de peregrino
e o acenar de terna despedida.
Testemunho de Fé, testemunho de Vida
espalhaste na Terra o som de um sino
E o raiar de uma Igreja renovada.

«Fica connosco só mais um instante!
Pedimos nós de alma amargurada.
Tu és a nossa estrada!

Inédito – Braga, abril 2005
Maria Helena Amaro