Periodicidade de publicação de poemas

Caros leitores:
Espero que desfrutem na visita a este espaço literário. Este sítio virtual chama-se “Maria Mãe” e tem como página principal os poemas de Maria Helena Amaro.
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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Paz


(Fotografia de António Sequeira)

Depõe as armas. Desiste de lutar.
As tuas lutas são mágoas, pesadelos.
Destroços negros dos teus brancos anelos.
Urge, por certo, atirá-los ao mar.

É tempo de esquecer, de perdoar,
de ouvir, da voz, da paz os seus apelos.
Os males da vida melhor esquecê-los.
Reconstruir, erguer, perseverar...

Se há noite escura, também há o luar.
Se há choro triste, também há o cantar.
Se há desgostos, então, porque vivê-los?

Caminha em paz, que a paz há-de voltar.
Depõe as armas. Desiste de lutar.
Cultiva em ti sentimentos singelos.

Maria Helena Amaro
Fevereiro, 2014. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Paz (2010)





















(Ilustração de Maria Helena Amaro)

Descansa em Paz, em Deus, ó meu Amor,
por todo o tempo, séculos sem fim.
Agora que estás tão perto do Senhor 
recorda a terra e lembra-te de mim.

Dias de  luto são rosas de jardim,
de cada espinho brota uma flor,
aos pés de Deus lembra-te de mim,
que não te esqueço em ocasos de dor.

A vida passa em desdobrar tão lento,
dias são anos sem cor e sem alento,
recordações são dores e desatinos...

Conto as estrelas, olho o firmamento,
sei que repousas nelas todo o tempo,
e junto de Deus, com anjos, cantas hinos.


Maria Helena Amaro
Inédito 14/02/2010



sábado, 21 de julho de 2012

Paz


(Fotografia de António Sequeira)


Cada um e cada qual
julga ter sempre razão.
Não é por bem, nem por mal
É apenas... Discussão!

Se a Escola é o recanto
feito de mil cores e sons
porque discutimos tanto,
se todos somos tão bons?

Paremos com desacatos.
Não há menos...nem há mais...
Não há cisnes...nem há patos
Somos diferentes/iguais 


Maria Helena Amaro

Inédito, julho, 1990.